Parece que a reforma do parlamento propõe que cada deputado passará a ter um assessor. Eu não sei porque cargas de água um deputado tem necessidade de um assesor. Ainda se fosse de vinte. Digamos que um jurista, um economista, um relações públicas, um personal trainer, etc. Agora apenas 1, não se percebe para quê. Se lhe ensina finanças não sabe de agricultura, se sabe tudo sobre a OTA, não pesca nada de aquecimento global.
O que se está mesmo a ver é que os deputados casados lá terão que levar o conjuge. De brinde.
O valor de uma região está na sua especificidade.(Pde Lourenço Fontes)

imagem tirada de :http://www.hi5.com/friend/group/94653--Montalegre--front-html
Sexta-Feira treze fui, pela mão de gente amiga, jantar a Montalegre. Jantar das bruxas, que como todos sabemos, andam nesse dia à solta. Sopa de urtigas na ementa, alho, sal e espelhos partidos na mesa, e demais parafernália ligada à crendice popular.
O Padre Fontes, criou um cartaz turístico impressionante, um gigantesco, e este sim verdadeiro, halloween transmontano, atraindo a Montalegre muitos milhares de pessoas.
Thomas Crown Chess Match
Uma obra prima. Sequência do filme dos anos 60 "The Thomas Crown Affair" traduzido para Português por "O Grande Mestre do Crime" com Fay Dunaway e Steev McQueen. Nos anos 90 houve um remake deste filme " O caso Thomas Crown" com Rene Russo e Pierce Borsnan, muito longe deste nível.
Calcetines rotos

Querido Blog
Que diabo se estará a passar no país recordista de todos os indices económicos, a nossa vizinha Espanha? Eu tenho por muito mau sinal que, o digníssimo presidente do PP, Mariano Rajoy, ande por aí de meias rotas (os sapatos também não estão lá grande coisa). Vestir gravatas Hemés e meias rotas é próprio de quem esconde o lixo debaixo do tapete.
Cafe

Houve tempos em que os cafés eram desenhados para ser cafés. E muito bem desenhados. E não apenas nas grandes cidades. Encontram-se ainda em pequenas Vilas de provincia magníficos "exemplares" dos anos 40 e 50 onde apetece estar. Estar a ler um jornal, um livro, a estudar pra um exame.
Caímos entretanto na triste calamidade de ver cafés feitos à base de garagens onde chegou uma camioneta que descarregou os balcões de alumínio, a máquina do café, a do tabaco, uma dúzia de mesas e quatro de cadeiras, a zumex, a prensa das tostas mistas e está feito.
Já agora dá-se um doce a quem adivinhar quem desenhou o painel da fotografia e em que café está.
Protesto
O Professor Charrua está a ser alvo (gosto da expressão) de um processo disciplinar porque disse uma piada inspirada no percurso académico do Primeiro Ministro. São horas de animada discussão na rádio e na televisão. Toneladas de papel e litros de tinta nos jornais. Gigas de bites nos blogs. De tudo isto, resulta uma produção medonha e pouco ética de carbono. Agora há uma coisa. Ninguém conta a piada. Nem sequer um lamiré. Todos falam, todos discutem, uns a favor, outros contra, quase se batem, mas nem cheiro da piada. Todos sem excepção, dizem logo pra começar –Eu não sei o que o Charrua disse mas ...– Ora eu não acredito, que tanta gente fale de forma tão inspirada de coisa que não conhece! Eles não querem é contar. Por duas razões. 1. Não querem apanhar também com um processo. 2. São invejosos e não querem que a gente se ria. Não há direito.
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